Capítulo de Libro
Autoría
Adalberto Pessoa Jr
;
Beatriz Farruggia
;
RODRIGUEZ, FERNANDA MARIANA
Fecha
2019
Editorial y Lugar de Edición
Edgard Blucher Ltda
Libro
PURIFICAÇÃO DE PRODUTOS BIOTECNOLÓGICOS
(pp. 1-37)
Edgard Blucher Ltda
Edgard Blucher Ltda
ISBN
85-204-2032-X
Resumen
Información suministrada por el agente en
SIGEVA
A cromatografia de troca iônica está baseada num processo de adsorção química entre íons com carga positiva ou negativa, associados a uma matriz, e moléculas de carga oposta. Em 1850 foram publicados os primeiros trabalhos sobre troca iônica como técnica para a separação de íons, e já em 1917 a literatura registrou uma das primeiras tentativas de emprego da técnica em estudos de bioquímica. A ...
A cromatografia de troca iônica está baseada num processo de adsorção química entre íons com carga positiva ou negativa, associados a uma matriz, e moléculas de carga oposta. Em 1850 foram publicados os primeiros trabalhos sobre troca iônica como técnica para a separação de íons, e já em 1917 a literatura registrou uma das primeiras tentativas de emprego da técnica em estudos de bioquímica. A cromatografia de troca iônica é comumente utilizada para purificar proteínas, pois, em comparação com outras operações unitárias, apresenta vantagens expressivas, como: simplicidade; facilidade de ampliação de escala; elevadas resolução e capacidade de adsorção. Além das purificações, são frequentes as aplicações analíticas e preparativas da cromatografia de troca iônica em pesquisas e nas indústrias. As etapas básicas da cromatografia de troca iônica estão ilustradas na Figura 10.1: a uma matriz contendo grupos imobilizados, com carga positiva aos quais estão ligados íons com carga negativa, C-, aplica-se a solução contendo a proteína de interesse, P-, a qual é adsorvida de forma reversível nos mesmos sítios onde se encontravam os íons C-, deslocando-os, portanto; subsequentemente, o soluto adsorvido, P-, é trocado por outro íon com o mesmo tipo de carga, N-, cuja afinidade pela matriz é maior em comparação ao íon P-, o que permite sua eluição. Portanto, são os diferentes graus de afinidade eletrostática entre os íons da fase móvel e os íons imobilizados na matriz, que permitem a separação de uma dada molécula (molécula-alvo) em solução, em relação às outras moléculas. Os íons C- e N- são denominados contraíons.
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Palabras Clave
CROMATOGRAFIAIONICOINTERCAMBIO